9.12.06

A carícia, sim ou não?


O seguinte texto é da autoria da Borboleta Assanhada e recolhi-o dos SNA.

"Hoje vai ser diferente...

Hoje quero que me faças uma coisa diferente. Hoje quero que me comas o cu. É inédito nas nossas fodas...aceitas?

Claro... Vais ver que é tão bom como o resto. Desde que bem feito...

Olha-me, faz-me o que quiseres, mas não magoes... Sabe bem acariciares-me assim as nádegas. Beija-me, apalpa-me. Eu brindo-te com a minha descontracção.

Põe uma almofada debaixo da barriga, alça-me esse cu!! Gosto de te fazer isto, ver a tua reacção à minha lingua...bem húmida., a salivar, para que fiques com ele bem molhado, enquanto te seguro as nádegas. Gosto de passear o meu dedo nestas pequenas pregas, enquanto a minha saliva continua a regar este olho que teima em voltar as costas ao mundo. Ameaça abrir, quando te descontrais mais. Tu tocas-te...faz isso, sim. A minha língua é tua amiga e força uma entrada nada difícil, pois estás a gostar...muito. E tocas-te.

Arrisca...enfia-me esse dedo...isso. Foda-se, sabe bem...continua assim, a entrar, a sair...isso. Os teus dedos famintos brincam para ver quem entra e sai mais depressa.

O que eu não faço para te agradar. Toca-te, só te posso dar conta do cuzinho...tu dás conta do resto. Nunca imaginei estar assim, a foder-te o cu com dois dedos e tu, a gemer e a pedires mais...

Não pares...estou quase a vir-me... Que pena não ter sido para a tua boca...minha putinha...

O que eu não faço para te agradar, meu cabrão...até te fodo o cu com os dedos... "